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18 de agosto de 2011

I.D.E.I.A atuou no Projeto Sabiá da Aitiara de Abril a Julho de 2011

O I.D.E.I.A - Instituto de Odontologia Integral Antroposófica,tem como proposta terapêutica a salutogênese, a qual não se limita a “eliminar” os sintomas locais. Nessa linha, o dente é relacionado à imagem integral do homem.Utiliza orientações e medicamentos naturais, ampliando assim a possibilidade de cura ou manutenção da saúde.
A sede do I.D.E.I.A. está localizada no Bairro Demétria.



Mais ações do I.D.E.I.A em 2011 podem ser vistas aqui: Informativo I.D.E.A de JULHO de 2011

1 de julho de 2011

Mamadeiras, chupetas... e o BISFENOL- A!



"Piracicaba é primeira cidade do Brasil a proibir o bisfenol-A

Piracicaba (a 160 km de São Paulo) é a primeira do Brasil a aprovar uma lei municipal que proíbe a comercialização de mamadeiras, chupetas, alimentos e bebidas que contenham o bisfenol-A (BPA), segundo informação da Câmara dos Vereadores da cidade nesta quinta-feira.
O projeto de lei proposto pelo vereador Capitão Gomes (PP) aguarda somente a sanção do prefeito.
O bisfenol-A é um químico usado na fabricação do plástico e no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos. Pode provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade, de acordo com pesquisas.
A substância já foi proibida na União Europeia, no Canadá, na China, na Malásia e na Costa Rica, além de 11 Estados norte-americanos.
Segundo a Câmara, o projeto concede um prazo de 120 dias para os fabricantes, distribuidores e comerciantes se adequarem à proibição.
Em âmbito nacional também está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei do deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) que proíbe o uso do bisfenol-A em mamadeiras e produtos destinados ao consumo em todo o território nacional. "
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Reportagem da Folha.com (veja aqui).

Para saber mais: 

imagens daqui e daqui

12 de março de 2011

7 de março de 2011

Estado de São Paulo aprova lei mais rígida para rotulagem dos transgênicos


Por Alexandre Inacio e Bettina Barros - De São Paulo

(notícia publicada no Valor Econômico, e aqui)


"A indústria de alimentos se prepara para iniciar uma nova etapa em relação à apresentação dos alimentos transgênicos. O setor deverá se adequar à nova lei, aprovada pela Assembléia Legislativa de São Paulo, que muda a rotulagem e distribuição desses produtos nas gôndolas dos supermercados.

A lei, nº 14.274, promulgada em dezembro após veto do Executivo, determina que produtos embalados ou vendidos a granel ou in natura tenham nos rótulos as seguintes expressões: " (nome do produto) transgênico", "contém (nome do ingrediente) transgênico(s)" e "produto produzido a partir de (nome do produto) transgênico".

Assim, passa a ser obrigatório rotular, por exemplo, um frango que foi alimentado com milho transgênico. O polêmico "T", dentro de um triângulo amarelo, previsto pela lei federal, será mantido.
Além disso, a lei paulista exige a informação no rótulo sobre a espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes e a segregação dos produtos transgênicos no varejo. "É uma lei bastante rigorosa e de difícil aplicação, mas a gente acredita que deva existir", disse a deputada Maria Lucia Prandi (PT), autora do projeto. "Vai ser uma briga boa".

Por enquanto, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) diz que não entrará na Justiça questionando a constitucionalidade da nova lei. "Caso não haja mudança até a entrada em vigor da lei, vamos orientar nossos associados a rotular todos os produtos no caso de haver dúvida se há ou não presença de alguma matéria-prima transgênica", afirma Edmundo Klotz, presidente da Abia.

Para Klotz, a indústria não vê problema em informar a presença de transgênicos. Mas o setor não concorda com o "T" impresso nas embalagens. "O problema não é estrutural da indústria, mas a maneira como a comunicação é feita". Em nota, a Associação Paulista de Supermercados (APAS) afirmou que analisa a lei "para orientar os associados da melhor forma possível sobre sua aplicação".

Segundo o Idec, a lei é "interessante" porque aprofunda a questão da separação dos produtos, tornando esses produtos de mais fácil identificação ao consumidor.

Estimativas da própria indústria mostra que 90% dos alimentos utilizam algum ingrediente à base de soja ou, principalmente, milho. "

Veja o texto integral da lei AQUI.

15 de fevereiro de 2011

Horário de verão



Atenção!
O horário de verão termina
à 0h do próximo domingo (dia 20).
Assim, à meia-noite de sábado,
os relógios devem ser atrasados em uma hora.


2 de fevereiro de 2011

Escola Waldorf de Nova Friburgo recebe doações!

Caminhão de doações sendo carregado em S.P


"Finalmente um caminhão de 18 toneladas, vindo de Jaguari (perto de Piracicaba) da empresa Bortolaso Transportes levou toda a doação no dia 29 de janeiro para as famílias do Vale de Luz no último sábado pela manhã (foto acima) - sim, em verdade uma semana depois do esperado, devido a burocracia das outras empresas da cidade de SP.
Por meio de dois membros da maçonaria, conseguimos enfim, 3 almas de boa vontade que se dispuseram a ajudar esta causa: uma que cedeu o caminhão de sua empresa e outras duas que dirigiram!
Foi uma longa viagem, que durou 14 h !!! pelas condições das estradas do Rio...... sem comentários! O mutirão de SP durou das 6:30h às 10:00h.
Como combinado, Túlio do Centro Paulus foi acompanhando a doação e em Nova Friburgo, à 1:00h da manhã haviam 20 pessoas mais o fundador e responsável pela distribuição das doações, o Tião, para descarregar toda a carga.
As doações foram recebidas com muita gratidão e Tião ficou de informar quais as próximas necessidades, já que tanta gente tem se manifestado querendo contribuir ainda e a ajuda será necessária por um bom tempo ...
Na sede da Federação das Escolas Waldorf ainda ficou uma sala cheia, no Colégio Micael de SP também há uma sala cheia e no Jaçanã (zona norte de SP) há várias doações no Supermercado Bergamini.
Aliás, o Supermercado pagou um carreto até Nova Friburgo, que chegou também no sábado pela manhã, organizado e acompanhado pela médica antroposófica Ana Maria.
Como nos contou Túlio depois, várias crianças ainda estão desaparecidas e a escola está fazendo um levantamento das famílias e cças e das necessidades de todos. A escola está ajudando não só suas famílias, mas muitas outras do bairro, que foi tão prejudicado.
Para a próxima ação, estamos nos articulando melhor (zona oeste, sul e norte) para enviarmos mais doações para a região. Mas, por enquanto, estamos aguardando notícias das necessidades reais e atuais deles. Então, pedimos que aguardem para a nova empreitada.
Aprendemos muito com esta primeira experiência e avisaremos como e o que será necessário para a próxima!"
Por:
Ação Conjunta daFederação de Escolas Waldorf, Centro Paulus e Federação de Educação Terapêutica (Pedagogia Curativa)"

31 de janeiro de 2011

Justiça autoriza família a educar filhos em casa

Reportagem de Fernanda Bassette
(publicada no Estado de São Paulo - VIDA - 29.01.2011 e aqui )
Uma família de Maringá, no interior do Paraná, tirou os filhos da escola e os educa em casa com aval da Justiça. Com apoio do Ministério Público, os pais conseguiram convencer o juiz da Vara da Infância e Juventude de que a educação domiciliar é possível e, teoricamente, não traz prejuízos.

Ao contrário deles, conforme o Estado noticiou ontem, uma família de Serra Negra, que também tirou os filhos da escola, ainda tenta provar ao Judiciário que tem condições de educá-los em casa. Em Minas, isso não foi possível e um casal foi condenado pelo crime de abandono intelectual - no Brasil, a legislação determina que as crianças sejam matriculadas em escola de ensino regular.

Apesar de não existir uma decisão formal do magistrado a respeito do assunto, as crianças são oficialmente avaliadas pelo Núcleo Regional de Educação de Maringá a pedido da Justiça.

O núcleo, vinculado à Secretaria de Educação, elabora e aplica às crianças provas de português, matemática, ciências, história, geografia, artes e educação física. Eles também passam por uma análise psicossocial.

Após cumprir essa etapa, o núcleo elabora um relatório e o encaminha ao Judiciário, dizendo se as crianças têm ou não condição intelectual para cursar determinada série. Há três anos é assim e o juiz nunca se opôs aos resultados apresentados.

"Os pais conseguiram comprovar que elas têm o conhecimento intelectual necessário, de acordo com as diretrizes curriculares. Essas crianças nunca tiveram dificuldade para resolver as provas. Os resultados demonstram que elas têm aptidão para cursar a série seguinte ", diz Maria Marlene Galhardo Mochi, assistente técnica do núcleo.

Recursos
Segundo Maria Marlene, esse é o único caso de educação domiciliar atendido pelo núcleo de Maringá. "Os pais dessas crianças têm condições, instrução e recursos para educá-las em casa. Como elas ainda estão cursando o ensino fundamental, por enquanto está funcionando. Minha preocupação é quando elas chegarem ao ensino médio, quando as matérias ficam mais complicadas", avalia.

Os irmãos Lucas, de 12 anos, e Julia, de 11, são filhos de pedagogos. O pai é professor da Universidade Estadual de Maringá. Eles foram tirados da escola há quatro anos, após duas tentativas frustradas de tentarem matriculá-los em uma escola regular.

As crianças cursam inglês e matemática fora de casa. As outras disciplinas ficam a cargo dos pais. Também praticam esportes e não podem ver televisão em qualquer horário - só quando os pais autorizam.

Para Luiz Carlos Faria da Silva, pai das crianças, além dos conflitos na educação moral dos filhos, a escola também oferecia conteúdos que ele considerava ruins. Ele reclama, por exemplo, que a escola ensinava arte moderna em vez de arte sacra.

Diz também que o aquecimento global é contraditório. "Só os vulcões lançam mais dióxido de carbono no ar que toda atividade humana", afirma o pai.

Para o educador português José Pacheco, idealizador da Escola da Ponte (em que não há salas de aula), o juiz teve sensibilidade para entender o caso. "É possível que haja o ensino domiciliar, desde que a escola avalie periodicamente essas crianças. É uma alternativa sábia, já feita em países da Europa há muito tempo."

13 de dezembro de 2010

Saiu ontem na imprensa:

"Assim como há crianças que depois de alguns meses estão alfabetizadas, outras requerem de dois a três anos para consolidar suas aprendizagens básicas, o que tem a ver, muito frequentemente, com seu convívio em ambientes em que os usos sociais da leitura e escrita são intensos ou escassos, assim como com o próprio envolvimento da criança com esses usos sociais na família e em outros locais fora da escola", diz o documento.
"A descontinuidade e a retenção de alunos têm significado um grande mal para o país. Sobretudo para crianças nessa fase, não tem cabimento nenhum atribuir à criança a insuficiência da aprendizagem quando a responsabilidade é da escola" conselheiro do ministério da educação César Callegari.
AQUI