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29 de abril de 2017

Jararaquinha-dormideira

Post originalmente publicado por Vitória em:  25/02/14 21:51 e repostado em 29 de abril 2017.

Recentemente encontrei uma nova moradora em meu quintal. Tratava-se de uma serpente, bem pequena e inofensiva, com a aparência de um filhote de jararaca.

Esta serpente se trata da espécie Sybinomorphus mikanii, mais conhecida como papa-lesmas ou jararaquinha-dormideira. Este animal possui hábito noturno, sendo especializada em se alimentar de lesmas e de outros invertebrados como insetos. É ovípara, seu tamanho varia de 30 a 60 cm.

Infelizmente, pela falta de conhecimento popular sobre esta linda criatura da natureza, muitas pessoas matam estes animais, afetando a população dessas serpentes e conseqüentemente havendo perda de material genético (perda da diversidade genética) que é indispensável para que as populações desses animais possam manter a manutenção biológica no espaço e no tempo.


Portanto, se avistarem estas serpentes não é preciso matá-las. Elas são muito importantes no controle biológico de lesmas e outros invertebrados (uma grande missão ecológica não?), sendo importantes para o equilíbrio do ecossistema.





17 de abril de 2015

16 de julho de 2012

Sapo, rã, ou perereca?

O Brasil deve ter mais de 800 espécies de anfíbios anuros, como são classificados os sapos, rãs e pererecas, daí a grande dificuldade em usar os três termos de acordo com as distinções definidas nos dicionários. A língua portuguesa (falada em Portugal) apresenta, oficialmente, apenas os termos sapo e rã. A palavra perereca, que foi incorporada ao português (falado no Brasil), vem da língua indígena tupi-guarani e significa andar aos saltos; era o termo utilizado pelos indígenas que falavam o tupi-guarani para designar os anfíbios, provavelmente, de forma genérica. Com o passar do tempo, o termo perereca passou a ser empregado pela população em geral, principalmente para designar aqueles anfíbios anuros dotados de discos aderentes na ponta dos dedos, que servem para eles subirem em árvores e nas paredes das casas.


SAPO:
a pele é rugosa e fosca; tem bolsas nas laterais (glândulas parotóides)

RÃ:
tem pele lisa e vive no chão

PERERECA:
 Tem discos aderentes na ponta dos dedos para subir em árvores e paredes

 
Foto: Kasia Gomes

30 de junho de 2012

Jacuguaçu no Condomínio Alvorada

Muito rápidos na movimentação (correm e dão pequenos vôos como as galinhas), é difícil tirar uma foto não tremida! Andam aos pares ou em grupos de 4  ou 6 pelo Condomínio Alvorada.

12 de janeiro de 2012

Aviário Móvel

Olá

Vejo muitas pessoas com dúvidas sobre como montar uma galinheiro. Existem várias formas, algumas bem simples e rústicas e outras mais complexas, que deixam as aves em um verdadeiro paraíso (pelo menos na visão do dono).

Encontrei um passo-a-passo bem interessante para se montar. Além da facilidade, o aviário é móvel, o que possibilita que você movimente ele sobre sua propriedade, fazendo com que as galinhas auxiliem diretamente no controle de plantas invasoras, produção de esterco para adubação, no controle de insetos, etc.

Fonte: instructables.com

O tutorial está disponível no seguinte endereço:

http://www.instructables.com/id/Chicken-Barrow/


4 de março de 2011

Mariposa (10º post da série "Encantos da natureza")


A Lenda da Mariposa

Conta a lenda que uma jovem mariposa de corpo frágil e alma sensível voava ao sabor do vento certa tarde, quando viu uma estrela muito brilhante e se apaixonou.
Voltou imediatamente para casa, louca para contar à mãe que havia descoberto o que era o amor, mas a mãe lhe disse friamente:

- Que bobagem! as estrelas não foram feitas para que as mariposas possam voar em torno delas. Procure um poste ou um abajur e se apaixone por algo assim; para isso nós fomos criadas.

Decepcionada, a mariposa resolveu simplesmente ignorar o comentário da mãe e permitiu-se ficar de novo alegre com a sua descoberta e pensava: - Que maravilha poder sonhar!

Na noite seguinte, a estrela continuava no mesmo lugar, e ela decidiu que iria subir até o céu, voar em torno daquela luz radiante e demonstrar seu amor. Foi muito difícil ir além da altura com a qual estava acostumada, mas conseguiu subir alguns metros acima do seu vôo normal.

Entendeu que, se cada dia progredisse um pouquinho, iria terminar chegando à estrela, então armou-se de paciência e começou a tentar vencer a distância que a separava de seu amor.

Esperava com ansiedade que a noite descesse e, quando via os primeiros raios da estrela, batia ansiosamente suas asas em direção ao firmamento.

Sua mãe ficava cada vez mais furiosa e dizia:
- Estou muito decepcionada com a minha filha! todas as suas irmãs e primas já têm lindas queimaduras nas asas, provocadas por lâmpada! você devia deixar de lado esses sonhos inúteis e arranjar um amor que possa atingir.

A jovem mariposa, irritada porque ninguém respeitava o que sentia, resolveu sair de casa. Mas, no fundo __ como, aliás, sempre acontece __ ficou marcada pelas palavras da mãe e achou que ela tinha razão.

Por algum tempo, tentou esquecer a estrela, mas seu coração não conseguia esquecer a estrela e, depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor não tinha sentido, resolveu retomar sua caminhada em direção ao céu.

Noite após noite, tentava voar o mais alto possível, mas, quando a manhã chegava, estava com o corpo gelado e a alma mergulhada na tristeza. Entretanto, à medida que ia ficando mais velha, passou a prestar atenção a tudo que via à sua volta.

Lá do alto podia enxergar as cidades cheias de luzes, onde provavelmente suas primas e irmãs já tinham encontrado um amor, mas, ao ver as montanhas, os oceanos e as nuvens que mudavam de forma a cada minuto, a mariposa começou a amar cada vez mais sua estrela, porque era ela quem a empurrava para ver um mundo tão rico e tão lindo.

Muito tempo depois resolveu voltar à sua casa e aí soube pelos vizinhos que sua mãe, suas irmãs e primas tinham morrido queimadas nas lâmpadas e nas chamas das velas, destruídas pelo amor que julgavam fácil.

A mariposa, embora jamais tenha conseguido chegar à sua estrela, viveu muitos anos ainda, descobrindo que, às vezes, os amores difíceis e impossíveis trazem muito mais alegrias e benefícios que aqueles amores fáceis e que estão ao alcance de nossas mãos.

"O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar, e correr o risco de viver seus sonhos".
Maktub

Fonte: http://dogarcia.multiply.com/journal/item/60/A_Lenda_da_Mariposa

22 de fevereiro de 2011

Manejo Sustentável de Morcegos: Curso na UNESP Botucatu

(Dica de Maria Bertalot pesquisadora da ABD)


Dr Wilson Uieda (todas as fotos são dele) e equipe vão dar um curso sobre morcegos na Unesp!

CURSO DE TREINAMENTO EM BIOLOGIA, MANEJO E IDENTIFICAÇÃO DE MORCEGOS
Os morcegos representam atualmente um quarto de todas as espécies de mamíferos e encontram-se distribuídos por quase todo o mundo. Essa grande diversidade está diretamente relacionada com sua capacidade de voar, sua plasticidade alimentar e de ocupação de diferentes tipos de abrigos. Além disso, exploram o ambiente noturno que possui muito alimento e poucos competidores. Ecologicamente, atuam no controle populacional de muitas espécies de insetos, inclusive aqueles de importância econômica e de saúde pública, e também no controle de diversas espécies de vertebrados. Muito divulgada e salientada é a importância dos morcegos na reprodução e dispersão de centenas plantas tropicais. A plasticidade genética e fenotípica dos morcegos tem permitido a sua sobrevivência ao impacto das mudanças provocadas pela urbanização e pelo desenvolvimento econômico. Muitas espécies praticamente se adaptaram e tornaram-se abundantes nas áreas urbanas e rurais, onde vem explorando os novos recursos criados e/ou trazidos pelo homem, como novas e abundantes fontes de alimento e abrigos. Logicamente, essa adaptação aumentou as populações de morcegos e as chances de seu contato com os seres humanos e seus animais de estimação e criação. Consequentemente aumentou também as chances de transmissão de doenças, como a raiva e a histoplasmose. Além disso, a má fama dos morcegos junto à população tem levado ao seu repúdio e, até mesmo, a sua eliminação física.
Período de Realização:
25 a 30 de Abril de 2011
Carga Horária:60 horas

Instituição Organizadora:
Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista, campus Botucatu

21 de fevereiro de 2011

Morcegos invadem Botucatu



Existem em todo o mundo, cerca de 1.200 espécies de morcegos, sendo que no Brasil podem ser encontradas cerca de 150. Entre todas as espécies, aproximadamente 70% são insetívoras, ou seja, alimentam-se de insetos, 20% são frugívoras e nectarívoras, que se alimentam, respectivamente, de frutas e néctar de flores, e 10% são carnívoras, piscívoras ou hematófagas. Estas últimas podem ser de três espécies: duas se alimentam do sangue de aves e apenas uma - Demodus rotundus - se alimenta do sangue de mamíferos, tais como bois, cavalos, porcos, cachorros e até mesmo do homem.
O relevante papel dos morcegos para o ecossistema pode ser constatado com os morcegos frugívoros e nectarívoros, importantes pela manutenção das florestas e pelo reflorestamento de áreas desmatadas, fazendo a polinização e a dispersão de sementes. Os insetívoros são responsáveis pelo controle da população de insetos como mosquitos, besouros, gafanhotos e mariposas, desempenhando função importante no controle de algumas pragas agrícolas.
Os morcegos hematófagos vivem em lugares úmidos, sendo encontrados apenas na América Latina. Durante o dia, abrigam-se em bueiros, cavernas, ocos de árvores, casas e minas abandonadas e pontes, habitualmente longe da luz. Eles saem todas as noites para procurar comida, uma vez que seu corpo não tem reserva de gordura e não sobrevive mais do que 48 horas sem se alimentar.
Para sua caçada, utilizam-se não só da audição e da visão, mas também da termorecepção, que é a capacidade de percepção de calor. Por serem capazes de captar pequenas mudanças na temperatura, podem encontrar e atacar o lugar exato, no corpo da presa, que contenha um vaso sangüíneo mais superficial. Desta maneira, conseguem morder o local sorrateiramente, evitando até mesmo acordar o animal. O morcego morde com os dois dentes incisivos, localizados na frente da boca, fazendo apenas uma ferida, já que os dois dentes atuam juntos para abrir um ferimento de cerca de 0,5 cm de comprimento por 0,3 cm de largura. A mordida é rápida e normalmente indolor. Nos humanos, ao contrário do que dizem as lendas sobre vampiros, estes não atacam a jugular, mas sim as extremidades do corpo. "As partes mais atacadas são os pés, seguidos pela cabeça, os dedos das mãos, os cotovelos e o nariz".
No Estado de São Paulo, as ocorrências de ataques de morcegos a seres humanos são muito raras. Já na região amazônica, elas são mais intensas e, por isso, recomenda-se o uso de mosquiteiros nas redes, a colocação dos animais em locais fechados ou protegidos com rede ou madeira e a manutenção de uma luz de lamparina sempre acesa. Em caso de ataque, a vítima deve lavar o local da mordida com água e sabão e procurar atendimento médico. "Em lugares onde não há criação de animais, os morcegos podem atacar pessoas para se alimentar. Neste caso, deve-se melhorar a segurança dos lares, mantendo as portas e as janelas das casas fechadas durante a noite".

Mesmo depois do ataque, quando o morcego já acabou de se alimentar, a sua saliva, que contém uma substância anticoagulante, faz com que o sangue demore para estancar e continue fluindo. A utilidade farmacológica dessa substância já está sendo estudada. "Talvez ela possa atuar na dissolução dos coágulos que causam a trombose".
Os vampiros são temidos não só pelos ferimentos que podem ocasionar, mas também pela possibilidade de transmissão da raiva, doença transmitida por morcegos contaminados com o vírus. "A única maneira de combater esse mal é a prevenção. Ele não tem cura, portanto, os criadores devem vacinar seus animais, além de solicitar ao serviço público o controle da população do morcego hematófago".
Texto da Rádio UNESP em entrevista com o Dr Wilson Uieda, docente do IB expecialista em Morcegos Hematófagos..

18 de fevereiro de 2011

CIGARRA....(9°post da série "Encantos da natureza")


CIGARRA
No tronco do guapuruvu a  cigarra se sustenta quase sem tocar.  Seu corpo roliço contrasta com as longas  asas translúcidas.  Estado de espera antes de começar o canto do entardecer.

Fotografia: Kasia Gomes
Texto: Renato Gomes

10 de fevereiro de 2011

Vaca (8° post da série " Encantos da natureza ")


VACA
A vaca olha, com seu redondo olho, tranqüila e serena o campo a sua volta...  como são delicadas as dobras de pele,  como se inclina elegante e suave a curvatura dos chifres,  como reluz úmedo o focinho escuro, atento aos odores do campo a sua volta...

Fotografia: Kasia Gomes
Texto: Renato Gomes

6 de fevereiro de 2011

COLIBRI ...(7° Post da série " Encantos da natureza " )


COLIBRI ou BEIJA-FLOR
O colibri mergulha no ar como nadador,  mas pára no preciso instante pra sugar o néctar da pequena flor.

Fotografia : Kasia Gomes
Texto :Renato Gomes

2 de fevereiro de 2011

Metamorfose (5° Post da série " Encantos da natureza " )


GAFANHOTO
O gafanhoto deixa suspensa a pele antiga, seca e apertada, que já não mais lhe serve.  Lustrosa veste verde, ainda úmida e terna, permite que novas e delgadas asas se expandam no ar.  Mas quem  diria que o bicho cabia naquela coisinha !?


Fotografia : Kasia Gomes
Texto : Renato Gomes

29 de janeiro de 2011

GALINHA E PINTINHO ( 4° Post da série " Encantos da natureza " )


GALINHA E PINTINHO
O pintinho recém nascido, alheio a tudo,  mal sabe que a mãe dedicada vigia e protege com ar galináceo seus primeiros instantes de vida...
 
Fotografia : Kasia Gomes
Texto : Renato Gomes
 
 

26 de janeiro de 2011

Galo ( 2° Post da série "Encantos da Natureza" )


GALO
O galo imponente exibe orgulhoso a crista vermelha inchada de vida. Seu poder de macho não deixa a menor dúvida, seu olhar preciso é difícil de sustentar!

Foto: Kasia Gomes
Texto: Renato Gomes